segunda-feira, 20 de março de 2017

LIVRO Pégalus - Lançamento EDITORA MULTIFOCO

Descrição do produto

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A história nos remete a uma fantasia realista; um pequeno e interessante conto, onde o sonho se torna a chave para as portas da realidade, a busca pelo impossível através da fé brotada de uma simplicidade ímpar. Uma aventura a nos levar para um universo de cenários e situações fabulosos. O manar de um personagem incitando o óbito de uma vida, o estagnar de uma respiração. Pégalus, um personagem criado pela imaginação dentro de um sonho, trazido para o mundo real. O tempo e o lugar onde a história se debruça se perde por entre as páginas lidas e folheadas pelo o leitor…

domingo, 19 de março de 2017

Livro Outubro Rosa

2010. Cidade de Boslávia, Polônia.
O dia estava frio e chuvoso. Em cima de um leito hospitalar, o torpor tomava uma jovem de boa aparência e de uma motivação fora do normal. O quarto era bem equipado com aparelhos e computadores de última geração. Nela havia um sorriso de satisfação e abstrato. Seus olhos; os únicos movimentos visíveis. E na tela do computador algumas palavras escritas comandadas por seu olhar, que piscava tão rápido quanto seu coração. Em cada letra, havia vida, esperança, amor e um sonho realizado. Sua mãe, uma senhora distinta e simpática, jogava um semblante triste e ao mesmo tempo satisfatório para a filha acamada. Seu pai, um senhor sério, de cabelos lisos e pretos num corte repartido de lado e um par de óculos o deixando num aspecto intelectual, sorria brandamente olhando para a filha que retribuía amorosamente com o mesmo sorriso abstrato. Cartas digitadas a pacientes psicologicamente desacreditados pela ciência e pela sociedade. Eles a buscavam no intuito de receber um incentivo ou quem sabe, a cura pelas palavras lidas de motivação. A moça que apenas movimentava os olhos, havia a pouco tempo se formado em psicologia pela Universidade de sua cidade.
Seu sonho?
Ajudar pessoas com problemas psicológicos; motiva-las no sentido de que a vida é tão maravilhosa quanto a primavera com flores e cores diversas. Mas, logicamente, quando se deixa que o jardim de suas almas sofridas, floresça na primavera de suas vidas. E ali ela passava a maior parte do seu tempo remetendo e-mails, respondendo cada paciente detalhadamente, sem deixar um de fora, todos recebiam respostas.
Ela iria completar vinte e cinco anos, quando a vida lhe foi cruel. Seus pais descendentes de família judia eram donos de uma pequena loja de roupas no centro da cidade; peças importadas. A loja se localizava em frente a praça Sal (Plac Sólne), onde fica as lojas das flores, motivo pelo o qual ela se deliciava do cheiro das rosas e flores que exalavam daquelas lojas bem aparentes e limpas. A menina fôra criada por trás do balcão da pequena boutique.
- Papai!
- Oi filha, pode falar!
- Gostaria muito de abrir a minha própria loja um dia.
Seu pai ria com aquelas palavras inocentes e cheias de vida.
- Quem sabe minha filha, quem sabe um dia...
Ela adorava ajudar os pais, porque tinha um fetiche: Admirar vestidos de todas as formas e modelos, principalmente os de cor rosa chiclete. Por um tempo, pensou em ser estilista, mas nunca conseguiu desenhar nada. Nem mesmo quando no colegial. Seu interesse pela psicologia surgiu quando com quatorze anos de idade, numa visita a uma casa de saúde e de problemas psicológicos que seus pais, junto aos irmãos da sinagoga, fizeram em uma manhã de domingo; a última sinagoga que sobreviveu durante a segunda guerra no bairro judaico na Rua Wlodkowica.
- Aqui é um local onde as pessoas são doentes da alma minha filha, precisam muito de Deus. Dizia seu pai a puxando pelo braço diante de quartos bem forrados e limpos.
E aquele quadro de pessoas problemáticas psicologicamente sacudiu as estrutura da menina, a visita foi o suficiente para mudar totalmente seus pensamentos e faze-la, nos anos vindouros, buscar o interesse pelas pessoas doentes da alma.
A moça, sentada numa única posição, precisava vinte e quatro horas do dia, de alguém que lhe assistisse naquele leito. Alguém que aliviasse algum tipo de coceira, dor, irritação, fome, sede, essas coisas normais nos seres humanos.
Seus olhos, sua comunicação diária.
Quando não estirada sobre os lençós brancos, se colocava sentada em uma cadeira de rodas, onde podia ir ver o que ela tanto amava; as flores exalando o perfume embriagador.
Anna de Ávila Botelho, sua mãe, passava a maior parte do dia junto a cama da filha. Seu semblante era de desanimo e tristeza. Mas a moça, com seu olhar de esperança e motivação, tentava mudar os sentimentos de sua mãe. Seu pai a visitava de quatro a cinco vezes. Precisava manter a loja. Com ele, haviam dois funcionários que requeria sua assistência para tocar a empresa.
- Como ela está com a novidade senhora Varlla? Perguntava ele a enfermeira.
- Muito bem! Já escrevera algo surpreendente senhor Jafé.
Os olhos do pai brilharam de esperança. “Um milagre de Javé” dizia em sussurro. Jafé aproximou-se de sua esposa que também contemplava a filha com alegria com as mãos direcionadas a sua boca e os olhos ativos na acamada, e a abraçou sorrindo silenciosamente, porque seria sua primeira resposta depois de tanto tempo naquele quarto.
- O que ela escreveu querida? Perguntou Jafé entusiasmado, olhando para a sua esposa.
- Ainda não nos mostraram, os médicos estão analisando.
Estávamos ali, diante de uma nova porta que se abria no caminho de quem não podia mais viver normalmente, mas sua mente alçaria voos e alcançaria lugares difíceis de serem penetrados...

quarta-feira, 15 de março de 2017

CONTATO

foxyform

NOVIDADES

Sinopse:


Quando um Diário se abre, surgem surpresas inesperadas.

“Não sei se posso me chamar de um diário, ou sei lá o que for...; um conjunto de acontecimentos virtuais e reais em forma de palavras soltas.”
Só sei que foi tudo muito rápido... Muito mágico!
As coisas foram acontecendo, e um mutirão de novidade surgia como palavras quando digitadas rapidamente impulsionadas por um pensamento criativo...
Eu sei que há pessoas que não acreditam em amores virtuais, mas minhas páginas, minhas simples páginas mostram que o virtual pode se tornar real. Presenciei cada palavra, cada frase construída e exposta aqui nessas folhas em branco.

POESIAS


PENSAMENTO

“A PROCURA DE UM AMOR”
Estou a procura de um grande amor,
Mas não de qualquer amor
Quero um amor diferente;
Um amor que ninguém entende.
Procuro tanto e não consigo encontrar
Não está nos becos e nem nas vielas
Não está nas ruas e nas favelas
Também não está nas mansões,
E muito menos em castelos
Não está no meio de um livro
Ou mesmo em um computador
Não está na janela
E nem no elevador
Então onde está você amor?
Em algum lugar você tem que estar...
Talvez esteja procurando por mim também
E mais sedo ou mais tarde a gente vai se encontrar
Pra nossa história de amor começar.
Vai ser somente você e eu
E não será qualquer amor
Vai ser o nosso amor
E vai ser diferente
Um amor que só a gente entende

                                      ADRIANA RIBEIRO





Música Suave

Há momentos em que canto,
Em que meus sentimentos
Pegam-me, fazendo-me chorar...
São letras suaves e simples
Que falam de coisas do coração;
Por isso, canto e torno a cantar...
Minha voz é o mais recente veludo;
É o soar de anjos, dos céus e surdos.
Canto o amor de forma real,
Numa música suave, lindo recital.
Quando canto, minha voz emociona,
Os verdadeiros apaixonados
Que se entregam a um amor eterno...
Quando escrevo minhas canções,
Mergulho profundamente nos sonhos
Que sonho, no amor que velo...
Minha melodia tem acordes raros,
Um tom um tanto meu,
Um estilo nobre e solto.
É um dom que não se perde,
Nunca se perdeu.
Música suave
Que nos envolve inteiramente emocionados,
Canção diferente,
Raras estrofes, lado a lado.
A música é um grande idioma.

                                     W. Figueirôa

VÍDEOS LITERÁRIOS



SOBRE O AUTOR

BIOGRAFIA

W. Figueirôa escreveu a obra poética intitulada: Alquimia de Pensamentos, lançada pela EDITORA agBook, sua primeira obra literária. Com um dos poemas desse mesmo Livro, participou do concurso “Caminho do Sol” realizado no Rio Grande do Sul pela Shan Editores, recebendo uma menção honrosa, e não podendo participar do Livro por motivo financeiro, lançado no mesmo ano do concurso; em 1997.
Autor de algumas músicas ainda inéditas.

Walter Figueirôa Craveiro nasceu em Recife, PE em 12 de outubro no ano de 1968. Mas atualmente reside em Goiânia, GO. Filho de Marcelo Craveiro e Edna Figueirôa Craveiro. Cursou todo o colegial na cidade natal. Desde criança já despertava o interesse por redação e poesias, vindo a escrever realmente algo concreto após os quarenta anos de idade. Antes de escrever o conto Pégalus, já tinha finalizado um romance intitulado: O pintor e o amante que ainda está na gaveta a sete chaves, e tem um manuscrito iniciado com algumas páginas chamado KAIAMAH, a refugiada.